Compartilhe:

Casamento civil do Príncipe Albert II e Charlene Wittstock: Um novo conto de fadas

Veja o casamento Civil do Príncipe Albert II e Charlene Wittstock

Publicado por: Cida Ramos

36b33q3osisgg6wyd0qyp4f42

O Príncipe Albert II de Mônaco, herdeiro de uma dinastia que reina há mais de 700 anos, e a ex-campeã de natação sul-africana Charlene Wittstock, se casaram no civil, em uma breve cerimônia na Sala do Trono do Palácio de Mônaco.

Você poderá gostar de:

Confira o casamento do principe Albert e Charlene: Vestido de noiva de Armani

Confira vestido de noiva de Charlene Wittstock

Saiba mais sobre o Casamento em Mônaco

Vestida de azul, a cor de seus olhos, a jovem loira e alta recebeu o título de Alteza Sereníssima Princesa de Mônaco após seu casamento com Albert II, 20 anos mais velho que ela e chefe do segundo menor Estado do planeta, atrás do Vaticano.Siga o Twitter do iG Gente e acompanhe todas as notícias sobre os famosos.

Foi a própria princesa quem desenhou o vestido de chiffon com detalhe de renda. Já blazer de lã de algodão azul-céu é um Chanel.

 

A cerimônia civil, que começou às 17H00 local, pôs fim à incerteza que pairava há vários dias sobre o enlace principesco, após a imprensa revelar que Wittstock estava decidida a suspender todos os preparativos do casamento e pegar um voo "sem retorno" rumo à África do Sul.

Milhares de monegascos, que foram convidados a ser testemunhas da união, seguiram a cerimônia em telões instalados na praça do Palácio. Após o casamento civil, que foi oficiado por Philippe Narmino, presidente do Conselho de Estado e diretor de serviços judiciais de Mônaco, o casal saiu ao balcão do Palácio para saudar seus súditos. A cerimônia religiosa ocorre no sábado às cinco da tarde, não na catedral onde os pais de Albert, Rainier e Grace Kelly, se casaram, mas sim ao ar livre, no pátio de honra do palácio.

A história da plebeia que vira princesa se repete e os olhos do mundo voltam-se agora para a união do príncipe Albert II, do charmoso principado de Mônaco, com a nadadora Charlene Wittstock

 

Charlene e Albert II, de Mônaco: principado em festa

O pequeno Principado de Mônaco, no sul da França, prepara-se para sua maior festa em 55 anos: o casamento do príncipe Albert II, de 53 anos, com a ex-nadadora olímpica africana Charlene Wittstock, de 33. A cerimônia se realiza entre a quinta-feira (30) e o sábado (2). Mônaco não organizava uma comemoração tão grande desde o casamento dos pais de Albert, o príncipe Rainier III e a atriz Grace Kelly, em 19 de abril de 1956. Acompanhe a cobertura completa dos festejos em tempo real no site de QUEM.

 

Albert e Charlene conheceram-se em 2000, em Mônaco, quando ela participava de uma competição de natação. Mas o namoro só se tornou público durante os Jogos Olímpicos de Inverno em Turim, na Itália, em fevereiro de 2006. O noivado – em que Charlene ganhou um anel com um diamante de 3 quilates em forma de gota – foi anunciado em junho do ano passado, após quatro anos de namoro.

 

Antes de conhecer Charlene, Albert tinha fama de solteirão convicto. Namorou atrizes e modelos famosas, como Brooke Shields e Claudia Schiffer, mas a demora para se casar alimentou rumores de que seria homossexual. “Os comentários sobre a minha orientação sexual eram, no começo, divertidos, mas se tornaram irritantes com o passar do tempo”, disse o príncipe em uma entrevista.

 

Albert tornou-se soberano príncipe de Mônaco após a morte do pai, Rainier, em 2005, ano em que também descobriu um filho ilegítimo com uma comissária de bordo, hoje com 8 anos. Em 2006, apareceu uma filha, de um outro affair, que hoje tem 19 anos.

 

Embora reconhecidos, os filhos não têm direito à sucessão – um problema para a família Grimaldi, que ocupa o trono de Mônaco há 700 anos e poderia perder a realeza.

 

Segundo a lei do principado, a coroa monegasca só poderia ser passada a um descendente masculino direto de Albert, tornando suas irmãs, Caroline e Stéphanie, inválidas para herdar o trono após sua morte, caso ele continuasse sem filhos. Para evitar o fim da indepêndencia do principado e a consequente entrega do território à França, Mônaco aprovou uma lei em abril de 2002 que diz que se o príncipe morrer sem nenhum descendente direto legítimo, o trono passará às suas irmãs e aos descendentes delas, independentemente do sexo. Para alívio da família e dos súditos, Charlene e Albert já anunciaram que querem muito ter filhos. “Adoramos crianças e ter uma família está em nossos projetos”, disse Charlene.

 

 Fonte: IG/Ego?G1

Recomendado para você

Comentários

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *