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Namoro. Sorte no amor pode estar nos genes e nos feromônios

O dia dos namorados se aproxima e você se lamenta: “mais um ano no qual o meu balanço amoroso foi lastimável”. E, então, reflete: “com tantos potenciais príncipes nas baladas, livrarias, cinemas, festas, sites de relacionamento, blogs, parques, ciclovias, clubes, praias, trilhas… eu aqui, sozinha! Não tenho mesmo sorte no amor!”. Mas não se desespere […]

Publicado por: Cida Ramos

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O dia dos namorados se aproxima e você se lamenta: “mais um ano no qual o meu balanço amoroso foi lastimável”. E, então, reflete: “com tantos potenciais príncipes nas baladas, livrarias, cinemas, festas, sites de relacionamento, blogs, parques, ciclovias, clubes, praias, trilhas… eu aqui, sozinha! Não tenho mesmo sorte no amor!”. Mas não se desespere ou desanime. A ciência começa a explicar que a culpa pode ser dos genes e não de alguma “falha” consciente, do seu poder de sedução ou da sua mente. seu casamento * Colunistas * Casamento * Chás * Datas comemorativas * Feiras BBel indica Érica Dollinger Érica Dollinger Sabor, elegância, bom humor, perfeição de detalhes e talento. Essas são as marcas registradas do trabalho feito pelas habilidosas mãos da nutricionista e cake designer Érica Dollinger. 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A ciência começa a explicar que a culpa pode ser dos genes e não de alguma “falha” consciente, do seu poder de sedução ou da sua mente. A ciência do amor Pesquisadores da Universidade Western Austrália analisaram 150 universitários de ambos os sexos e, um questionário minucioso com diversas perguntas sobre a vida amorosa e seus relacionamentos foi oferecido a eles. Além disso, foi feito um estudo detalhado do DNA, sobre alguns genes do sistema imunológico chamados de Complexo de Histocompatibilidade Maior (MHC, na sigla em inglês). E qual foi o resultado? O estudo mostrou que as mulheres com maior número de diferenças nos genes, haviam tido mais parceiros, enquanto que mulheres com pouca diversidade no seu DNA imunológico haviam vivenciado poucas (ou nenhuma) experiências amorosas. Quanto aos homens, não se detectou tal relação entre os genes e o sucesso nos relacionamentos. Em outras palavras: mulheres com sistema imunológico bem diverso apresentam maior capacidade de resistir a doenças e infecções e, portanto, tiveram mais parceiros. Do ponto de vista da evolução isto tem algum sentido – quanto mais variado for o sistema imunológico, maior possibilidade de a mulher gerar “filhotes” sadios e perpetuar a espécie de forma segura. Entretanto, os pesquisadores ainda não conseguem explicar exatamente por que tais mulheres têm “azar no amor” se elas seriam mais exigentes na busca do parceiro ou se tal diversidade dos genes imunológicos, herdada dos pais, aumentaria o poder de sedução. O segredo da atração física no amor Talvez um dos “ingredientes da atração física” que esteja por traz da diversidade genética do sistema imunológico seja o olfato. Você já ouviu falar de feromônios? Eles são substâncias químicas voláteis percebidas pelo olfato e sinalizam em várias espécies de animais e insetos que os parceiros estão preparados para o sexo e a procriação. No ser humano, ainda não foram identificadas com precisão as tais substâncias, entretanto, o suor parece ter um papel importante na atração física entre homem e mulher. Principalmente, porque já foi comprovado que a mulher é muito mais sensível ao odor do homem do que o inverso. Mas o que o sistema imunológico tem a ver com o olfato? Estudos têm demonstrado que o MHC, uma fonte pes¬soal única de odor, é uma espécie de “impressão digital do cheiro”, gera um reconhecimento individual e influencia nas preferências de ligação entre os sexos. Nós somos capazes de detectar o “chei¬ro desses genes”, conforme mostrou um estudo clássico denominado “o experimento da camiseta suada”. Os pesquisadores solicitaram que as mulheres cheirassem as camisetas suadas (sem perfume ou desodo¬rante) de homens e depois escolhessem aquela que continha o odor mais sensual. As escolhas recaíram sobre as camisetas dos homens que tinham o sistema imunológico (MHC) mais diferenciado, porém compatível. Interessante é que essa escolha pelo odor foi feita de for¬ma inconsciente, ou seja, as mulheres se sentiram mais atraídas pelos homens com sistema imunológico divergente do seu e que poderiam gerar filhos com “melhor genética”. Portanto, estamos descobrindo que para ter sucesso no amor, inúmeros “ingredientes biológicos” dos quais alguns temos controle e outros não, são necessários para conquistar e ser conquistada pela cara-metade. Entenda mais sobre a pedagogia do amor. Bibliografia consultada: Lie HC, Rhodes G, Simmons LW. Is genetic diversity associated with mating success in humans? Animal Behaviour. April 2010; 79(4): 903-909. Santos PSC, Schinemann JA, Gabardo J, Bicalho MG. New evidence that the MHC influences odor perception in humans: a study with 58 Southern Brazilian students. Evolution and Human Behavior. 2007.; 28: 375-381. Fonte:uol.com.br

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