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Os 9 erros mais comuns das entrevistas de emprego

Tão importante quanto saber o que fazer em uma entrevista de emprego, é saber o que não fazer.   1. Deixe a vida pessoal na sala de espera Para o entrevistador, não interessa saber quantas horas o candidato pegou de trânsito ou se ele precisa da vaga porque tem de ajudar a família no interior. […]

Publicado por: Cida Ramos

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Tão importante quanto saber o que fazer em uma entrevista de emprego, é saber o que não fazer.

 

1. Deixe a vida pessoal na sala de espera

Para o entrevistador, não interessa saber quantas horas o candidato pegou de trânsito ou se ele precisa da vaga porque tem de ajudar a família no interior. “Avaliamos não só a competência, mas também o perfil comportamental”, diz a consultora Thais Borodai, da Cia. de Talentos, empresa especializada na seleção de profissionais em início de carreira.

  Certa vez, um de seus entrevistados a interrompeu no meio de uma conversa com a frase “Tenho uma coisa muito importante para falar”. “Ele disse aquilo de um jeito que me assustou. Achei que o cara estivesse passando mal. E ele só tinha de trocar a Zona Azul do carro! Perdeu a vaga naquele minuto. Se a pessoa não se organiza e interrompe desse jeito um processo importante, pode fazer o mesmo depois de empregada.”

 

 2. Para o que der e vier? Nããão!

 Um problema comum entre os recém-formados é não saber em que área quer trabalhar. Mantenha um foco. “Soa estranho o candidato ter feito publicidade e se inscrever para atividades tão distintas como marketing e webdesign”, diz Lilian Santos, consultora da Catho Online.

 

 3. Não faça amigos, faça entrevistas

 Entrevistadores competentes são imunes a mimos. “Tem gente que traz até presentinho, acredita?!?”, espanta-se Thais. Ou seja, nem tente puxar o saco – vai pegar mal para você.

 

 4. A supersincera

 Ninguém está falando para mentir, mas talvez omitir. É claro que o salário é importante, mas… “Não dá para responder à pergunta ‘O que você quer fazer na nossa empresa?’ com ‘Quero ganhar dinheiro’”, afirma Beatriz Braga, professora de gestão de pessoas da Fundação Getulio Vargas (FGV-SP). Também é furada destilar seu veneno contra o emprego atual. Fale só de aspectos positivos de suas experiências para não passar uma imagem de resmungona.

 

 5. Propaganda enganosa

 A formação acadêmica da maioria dos consultores de RH é em psicologia, e por isso eles têm o ouvido treinado para ler nas entrelinhas da fala dos entrevistados. Não finja ser algo que não é. “Em menos de 5 minutos de conversa a mentira fica evidente”, diz Thais.

 

6. Total descontrol

 Alguém que perde a cabeça ou chora em momentos de tensão será imediatamente descartado. É preciso demonstrar autocontrole. Se para você é um problema falar com um estranho, treine a entrevista com as amigas. Na hora em que for para valer, a situação vai parecer um pouco mais familiar.

 

 7. No seu lugar

 Ao se candidatar à vaga, veja e reveja os requisitos: conhecimento de algum programa de computador, formação específica. Nem saia de casa se não tiver no currículo o mínimo esperado.

 

8. Com que roupa eu vou mesmo?

 Não é raro ver candidatos a estágio de terno e gravata. Thais avisa que o modelito não garante nada. “Já escolhi pessoas com cabelo verde e maquiagem pesada para vagas mais caretas, só que com a expressa orientação de que elas deveriam ‘voltar ao normal’”. Por precaução, informe-se sobre o modo como os funcionários da sua “futura empresa” se vestem.

 

 9. Aceite as maluquices

Tendências de RH apontam para testes pouco ortodoxos em processos seletivos, como dramatizações, interação forçada ou perguntas desconcertantes – do tipo “Se você fosse uma árvore, qual seria?”. Beatriz conta que o segredo “é agir o mais naturalmente possível”. O intuito é justamente testar como a pessoa se sai nessas práticas estranhas.

 

 Reportagem de Danilo Rodrigues

 Foto: Garry Wade / Getty Images

 Fonte:http://gloss.abril.com.br

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