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Plástica sem bisturi: Fio Búlgaro (Fio elástico)

Saiba tudo sobre Fio Búlgaro (Fio elástico), a plástica sem bisturi

Publicado por: Cida Ramos

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O implante de fios elásticos promete colocar os músculos faciais nas alturas sem recorrer ao bisturi.

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O produto é um fio de dermo sustentação. Ou seja: é capaz de suspender ou mesmo reposicionar regiões específicas do corpo que sofreram a ação da gravidade ou que estejam flácidas.

Veja o vídeo procedimento com Fio Búlgaro:
OUTROS PROCEDIMENTOS NÃO INVASIVOS…
 

Diferentemente do botox, o tratamento com fio búlgaro promete manter as expressões da paciente bem naturais, sem deixar aquela impressão de ‘rigidez’ ao sorrir, arrebitar o nariz ou mesmo levantar as sobrancelhas. "Por ser elástico, o fio acompanha a mímica facial, rejuvenescendo sem alterar a expressão natural do rosto", explica a médica especialista em estética Anna Beatriz Bernardes, da clínica Anna Beatriz Medicina Estética, no Rio de Janeiro. 

Além disso, os fios são feitos com poliamida trançada, dando elasticidade e total absorção pelo organismo, após algum tempo. "Por ser constituído de material biocompatível, a possibilidade de reação alérgica ao fio é praticamente nula. Eles se dissolvem no corpo ao longo de seis meses. Porém, o efeito lifting é mantido por cerca de cinco anos, graças à reação orgânica que se forma em torno do fio", conta a profissional. O que significa que, antes disso, você não terá que se preocupar com qualquer cirurgia. 

Segundo Anna, o tratamento pode ser realizado para levantar o arco das sobrancelhas, reposicionar as maçãs do rosto, corrigir o nariz (levantar a ponta nasal, afinar, fechar as asas nasais), elevar o ângulo da boca, corrigir a papada e flacidez do pescoço e elevar os glúteos. 

Para garantir um resultado eficaz, a médica indica: "Recomendo o tratamento para a face e pescoço de pessoas de até 55 anos, com grau médio de flacidez. Já para o glúteo, é indicado quando há flacidez e queda, mas não nos muito volumosos". 

Por que utilizar os fios elásticos? 

As vantagens do tratamento são muitas, a começar pela aplicação. Não há cirurgia, cortes e sangramentos, o procedimento é realizado no próprio consultório. "É aplicado anestésico local e depois é feito um orifício de 0,5 mm na pele. O fio é, então, introduzido no corpo dentro de uma fina cânula (tubo de plástico, borracha ou metal, de calibre variável), de cerca de 1mm de diâmetro, sendo fixado no periósteo (membrana vascularizada, fibrosa e resistente). Quando atinge o seu local exato, a cânula é retirada e o fio amarrado", explica Anna. 

Até na hora de cicatrizar, os fios elásticos saem na frente, durante, em média, apenas sete dias para a recuperação total. "Como não há cortes, a cicatrização externa é apenas do pequeno orifício por onde o fio foi introduzido na pele", ressalta a médica. 

Além disso, os pacientes podem exercer suas atividades habituais após a aplicação, evitando o exercício físico exagerado ou academia durante 15 dias, segundo a médica.

 Por fim, diferenciando-se de outros procedimentos, o efeito dos fios pode ser revertido, caso o resultado não seja o esperado. "O resultado é imediato e, caso deseje, a paciente pode acompanhar e opinar, olhando-se no espelho, até onde deseja subir as sobrancelhas, face ou pescoço", afirma Anna. "Caso o efeito não seja o esperado, o processo pode ser revertido seccionando-se o fio pelo local onde foi introduzido e fazendo apenas um pequeno orifício (0,5mm) na pele", completa. 

A parte ruim é que há possibilidade de aparecimento de manchas arroxeadas na pele. Mas, segundo Anna, "elas são reversíveis em sete e dez dias". Além disso, como em qualquer outro procedimento, após o efeito do anestésico, há certo incômodo (como dores e pequenos inchaços), mas ele dura de uma ou duas semanas, no máximo. 

Gestantes e lactantes e pessoas que tenham distúrbios graves da coagulação sanguínea estão proibidos de realizarem o tratamento.

O preço de cada aplicação é um pouco salgado e varia de R$ 1.500 a R$ 6.000. Em compensação, ela demora cerca de 30 minutos para ser feita. 

Por Tissiane Vicentin (MBPress)

 Como é feito

Indicado para quem tem flacidez leve ou moderada, o implante com fios elásticos (também conhecido como lifting com fios búlgaros) suspende a musculatura e reposiciona a pele.

O procedimento é bem semelhante à costura de uma roupa. Compostos de um tipo de seda chamado policaproamida, os fios, antimicrobianos, flexíveis e absorvíveis pelo organismo, são introduzidos por pequenos furos feitos com uma agulha.

Eles são ancorados na membrana que reveste o osso, costurados por dentro do músculo e depois puxados de volta ao furo inicial – a pele, então, é reacomodada sem a necessidade de retirada do excesso. A anestesia é local e o processo tem duração média de 15 a 20 minutos.

Quem testou Há três anos, ao perceber que a pele do rosto já não estava tão firme, a economista Teresa Melo, então com 53 anos, procurou uma clínica para saber o método mais adequado para tratar a sua flacidez, diagnosticada como leve. Ao ver fotos de pacientes que fizeram o implante dos fios, ela se decidiu pela técnica. “Fiz a parte inferior do queixo para delinear o contorno do rosto e subi o músculo das maçãs. Achei o resultado espetacular”, comemora.

Ela conta que não sentiu dor alguma, apenas um leve incômodo próximo à orelha, onde os fios foram colocados. “Por três dias, na hora de dormir, ao encostar no travesseiro, sentia uma espécie de carocinho, mas nada insuportável”, descreve. Aliás, Teresa se surpreendeu com a rapidez da cicatrização – praticamente imediata – e notou que apenas a região acima da orelha ficou um pouco inchada. “Foi tão leve que ninguém notou.” A economista conta que já fez o lifting duas vezes no queixo e nas maçãs do rosto, com o intervalo de um ano e meio entre as aplicações.

“No fim, o médico mostra seu rosto no espelho e, caso não tenha ficado do jeito que você imaginava, é possível reverter”, destaca ela, que também apela para técnicas complementares, como aplicação de toxina botulínica e peelings na testa para tratar as linhas de expressão. “Vou fazer a manutenção com fios até quando achar viável”, afirma. Além de vantagens como o resultado imediato e o discreto inchaço, o cirurgião plástico Roberto Tullii, de São Paulo, afirma que as únicas regiões que apresentam sensibilidade são a área das sobrancelhas e a região próxima das orelhas.

“Mesmo assim, nada que incomode a paciente. Para evitar edemas e sangramentos, faço uma compressão em cima do furo com microporo durante dois minutos”, explica. Tullii faz uma única ressalva – que, na verdade, é a grande discussão entre os especialistas – sobre o tempo de duração do resultado, que depende muito do grau de flacidez. Ou seja, em peles muito flácidas, os efeitos desaparecem mais rapidamente. “Em geral, o resultado do lifting pode ser notado até cerca de um ano e meio depois da aplicação e, a partir daí, é preciso fazer a manutenção”, ressalta. Por outro lado, o especialista afirma que, mesmo depois que os fios são absorvidos pelo organismo – cerca de três anos depois do implante –, o resultado ainda é visível.

“O que garante o efeito de lifting não é o fio propriamente dito, e sim a fibrose, que, formada sobre o músculo tratado, é a principal responsável pela sustentação da pele. Assim, com o passar do tempo, pode-se optar por colocar outro fio ou simplesmente tracionar o já aplicado para realocar a pele, corrigindo a área que cedeu”, diz. Contra Como todo procedimento estético, os fios de sustentação geram polêmica e têm sua eficácia colocada em xeque.

“Mesmo com poucos traumas, uso de anestesia local e rápida recuperação, o método não é indicado para todos os casos e não atinge resultados tão eficientes como uma técnica cirúrgica”, diz o cirurgião plástico Ubirajara Guazzelli, de São Paulo. Ele destaca que alguns aparelhos podem retardar a necessidade de cirurgias. “O uso de laser e de preenchimentos com ácidos traz excelentes resultados quando bem indicados.” Guazzelli ainda afirma que a fibrose formada pelo implante dos fios pode prejudicar a realização de futuras cirurgias plásticas. “A região fica endurecida e dificulta que músculos e pele sejam repuxados.

” Especialista em cirurgia plástica facial, o médico Julio Miranda Gil, de São Paulo, indica a técnica apenas para quem tem menos de 50 anos e queira atenuar o chamado bigode chinês e as rugas de expressão ou definir a região do pescoço e o ângulo da mandíbula. “O fio é uma opção se não há a indicação de cirurgia ou quando os tratamentos dermatológicos são insuficientes. Caso contrário, o bisturi ainda é a melhor alternativa.”

Fonte:elle.abril.com.br/http://vilamulher.terra.com.br/

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